2014/12/09

6 - VANDERLEY DE LIMA

        
         VANDERLEY CORDEIRO DE LIMA




                                      http://www.vanderleidelima.com.br/site/







Tenho muito orgulho de minhas origens e de minhas escolhas, pois elas me levaram à conquista do maior sonho: a medalha olímpica. Descobri que ela não é só minha, pois carrega a alegria, o sofrimento e a torcida de todo brasileiro. Nada veio fácil para mim. Vanderlei Cordeiro de Lima

Vanderlei Cordeiro de Lima (Cruzeiro do Oeste, 4 de julho de 1969) é um ex-maratonista brasileiro, bicampeão dos Jogos Pan-americanos, medalha de bronze nos Jogos Olímpicos de Atenas 2004 e o único latino-americano outorgado com a Medalha Pierre de Coubertin, a maior condecoração de cunho humanitário-esportivo concedida pelo Comitê Olímpico Internacional.

    Depois de iniciar sua carreira internacional competindo nos Campeonatos Mundiais de Cross-country de 1989 e 1992, entre outros triunfos nacionais e internacionais também foi vencedor da Maratona de Tóquio, da Maratona de Hamburgo e bicampeão da Volta Internacional da Pampulha.
   Vanderlei nasceu na cidade de Cruzeiro do Oeste, no interior do estado do Paraná, um entre sete filhos de humildes lavradores, um casal de retirantes nordestinos fugidos anos antes da seca do Nordeste para a lavoura do sul do país, Seu "Zé Pequeno" – como era conhecido seu pai, José Cordeiro de Lima – e Dona Aurora Maria da Conceição Lima,1 :18. Registrado por seu pai apenas em 11 de agosto daquele ano, mais de um mês após seu nascimento 1 :20, cresceu em Tapira, no mesmo estado, para onde a família mudou-se em 1973, e seu sonho esportivo quando criança era tornar-se jogador de futebol, atuando como lateral-direito. Na infância e na adolescência – quando tinha o apelido de "Bodega" entre os amigos1 :23– ajudava a família como bóia-fria, colhendo cana-de-açúcar na região. Cursou o ensino primário no Grupo Escolar São José, de onde voltava das aulas para casa correndo e comendo frutas dos pomares das vizinhanças, e o curso ginasial na Escola Estadual Castelo Branco, onde, aos 11 anos, apenas pelo prazer de correr que havia descoberto, corria várias vezes em volta da quadra de esportes da escola durante o período do recreio.1 :27 Foi nesta escola que ganhou seu primeiro par de tênis, dado pelo diretor Francisco Perecin, o "Chicão", para que Vanderlei representasse o colégio numa prova do campeonato interescolar.1 :29 Aos 14 anos começou realmente no atletismo por incentivo de um professor de educação física local, vencendo sua primeira corrida numa prova no interior do estado.

Treinado a partir do início dos anos 90 pelo técnico Ricardo D’Angelo, que o acompanharia na carreira, começou na maratona por acidente. Em 1994, ele participou da Maratona de Reims, na França, contratado como "coelho" para correr apenas metade da prova, dando o ritmo para aqueles que a disputavam de verdade. Como se sentia bem na marca dos 21 km, quando devia abandoná-la, continuou correndo até o fim e acabou vencendo-a em 2:11.06.2

Passando a dedicar-se à prova dos 42 km, no início de 1996 venceu a Maratona de Tóquio com a marca de 2:08.38, então recorde sul-americano da maratona, que o classificou para disputar os Jogos de Atlanta 1996. Nesta prova, onde teve problemas com seus tênis de corrida, ficou apenas em 47º lugar com o tempo de 2:21.01. No ano seguinte, ele teve seu primeiro contato com a cidade de Atenas, ao disputar o Campeonato Mundial de Atletismo realizado na cidade, onde ficou em 23º lugar.

     No ano seguinte, ele continuaria uma carreira de sucesso internacional, chegando em segundo lugar em Tóquio (2:08.31, quebrando seu próprio recorde sul-americano) e em quinto lugar na Maratona de Nova York, em 2:10.42. O ano de 1999 viu Vanderlei ganhar seu primeiro título num grande campeonato internacional, quando conquistou a medalha de ouro da maratona nos Jogos Pan-americanos de 1999 em Winnipeg, no Canadá. No fim daquele ano estabeleceu-se novamente como melhor maratonista sul-americano com um terceiro lugar na prestigiosa Maratona de Fukuoka, no Japão, com mais uma marca abaixo de 2:09 – 2:08.41 2 - quando perdeu para o futuro campeão olímpico de Sydney 2000, o etíope Gezahegne Abera.

Com estas marcas e conquistas, Vanderlei obteve o direito de disputar a prova em Sydney. Em seus segundos Jogos Olímpicos, porém, ele novamente não teve boa performance, desta vez por causa da inflamação em um pé e uma contusão mal curada durante um treinamento anterior no México, que o fez parar e caminhar três vezes durante a prova, cruzando a linha de chegada, trotando, apenas em 75º lugar.


Durante o novo ciclo olímpico de quatro anos, ele teve duas grandes conquistas, a vitória na Maratona Internacional de São Paulo em 2002, quando fez a melhor marca para a maratona em território brasileiro, 2:11.19, recorde ainda vigente em 2013,4 e a segunda medalha de ouro panamericana, com a vitória na prova dos Jogos Pan-americanos de Santo Domingo, em 2003, sob grande calor e humidade, onde foi física e mentalmente levado ao extremo.

             Depois de iniciar o ano de 2004 com uma vitória na Maratona de Hamburgo, na Alemanha,5 ele fez sua preparação para seus terceiros Jogos Olímpicos, junto com seu técnico de toda uma vida, Ricardo D'Angelo, treinando na altitude da cidade colombiana de Paipa, conhecida por suas águas termais e que se tornou um paraíso como local de treinamento para corredores de longa distância.2 Em Atenas, sem poder estar com Vanderlei na largada e nos preparativos finais por não pertencer ao corpo de técnicos do COB levados aos Jogos, D'Angelo escreveu-lhe uma carta, lida por Vanderlei na Vila Olímpica antes de se dirigir à largada,1 :16 e cujo teor depois foi conhecido: "Lembre-se da forte subida no quilômetro 30. Se você estiver se sentindo bem, arrisque, porque se não arriscar, você nunca vencerá. Minha confiança em você é imensa, então vamos lutar pelo objetivo com que sonhamos há tanto tempo. Não importa o que aconteça no fim, lembre-se que você sempre terá minha amizade e confiança, e também lembre-se que eu o admiro pela pessoa maravilhosa que você é. Então, boa sorte, e vamos tomar uma cerveja juntos depois da corrida." Vanderlei pensou muito nas palavras desta carta enquanto corria, especialmente quando notou que se sentia muito bem durante o difícil percurso e que o grande favorito, Paul Tergat, do Quênia, corria com dificuldades.


     Cornelius Horan empurra Vanderlei de Lima para fora da pista em Atenas 2004, quando o brasileiro liderava a maratona.
A maratona olímpica de Atenas tinha entre seus competidores alguns dos maiores nomes da história desta prova, entre eles os quenianos Paul Tergat, então recordista mundial e Erick Wainaina, bronze em Atlanta 1996 e prata em Sydney 2000 na mesma prova, o sul-coreano Lee Bong-Ju, prata em Atlanta 1996 e o campeão europeu Stefano Baldini, da Itália. Mesmo com esta concorrência, a partir de pouco antes da metade da prova Vanderlei abriu do pelotão e correu sozinho, liderando a prova por mais de uma hora e abrindo cada vez mais vantagem sobre os demais corredores.

                     Na altura do km 35, a pouco mais de sete quilômetros da chegada no estádio Panathinaiko, quando ainda tinha cerca de 25 a 30s de diferença – cerca de 150 m – sobre os demais corredores e a medalha de ouro parecia eventualmente ganha, ele foi atacado no meio da rua por um espectador, o ex-padre irlandês Cornelius Horan, que o jogou fora da pista. Ajudado por um espectador grego, Polyvios Kossivas,2 a se desvencilhar do agressor, voltou à prova ainda na liderança, mantendo ainda a metade da vantagem que tinha. Entretanto, o inesperado e o susto da agressão sofrida tiraram a concentração do atleta que não conseguiu manter o mesmo ritmo em que corria, sendo ultrapassado nos quilômetros finais pelo italiano Baldini e pelo norte-americano Meb Keflezighi, mas mesmo assim conseguindo ficar com a medalha de bronze, apenas 15s na frente do quarto colocado, Jon Brown, da Grã-Bretanha.

          Vanderlei, porém, aceitou seu destino com espírito esportivo e continou até o fim, entrando no estádio olímpico sob a ovação da plateia, fazendo seu conhecido gesto de "aviãozinho" com os braços enquanto cruzava sorridente a linha de chegada.
          A   Confederação Brasileira de Atletismo entrou com uma reclamação formal no COI pedindo a medalha de ouro para o atleta, que em seu julgamento foi prejudicado por fatores externos quando estava em vias de conquistá-la, sendo que "soluções como esta já foram tomadas em eventos anteriores". O apelo foi rejeitado.


Após o incidente, transmitido para todo mundo pela televisão, Horan, um fanático desequilibrado que no ano anterior já havia invadido a pista de um prova de Fórmula 1 no circuito de Silverstone, na Inglaterra,8 foi deportado da Grécia e condenado a 1 ano de prisão, mas pagou uma multa de 3 mil euros (equivalente a 10 mil reais) para sair livre.9 10 Kossivas, o grego que ajudou Vanderlei depois de ser jogado na calçada, foi homenageado pelo Comitê Olímpico Brasileiro e recebido com honras no Brasil para uma homenagem da entidade ao corredor brasileiro.

  Durante o encerramento dos Jogos, foi anunciado que por seu feito, seu espírito esportivo em continuar na disputa mesmo sendo sendo atacado e a humildade demonstrada após a prova, Vanderlei seria agraciado com a Medalha Pierre de Coubertin, concedida pelo COI para atletas que valorizam a competição olímpica mais do que a vitória e que é considerada uma honra elevadíssima atribuída pela entidade. Ela lhe foi entregue numa cerimônia no Rio de Janeiro, em 7 de dezembro de 2004, numa cerimônia oficial em sua homenagem com a presença de seu benfeitor grego, Polyvios Kossivas. Na mesma cerimônia, ele também foi escolhido como "Atleta Brasileiro do Ano de 2004".7


Antes de Vanderlei, o último atleta a receber a homenagem tinha sido o velejador canadense Lawrence Lemieux, que nos Jogos de Seul 1988 abandonou a disputa de sua prova na classe 470 para salvar outros competidores que haviam caído ao mar depois do barco deles ter capotado. Dois outros atletas a receberam postumamente, o tcheco Emil Zatopek e o alemão Luz Long.


        Entre as várias homenagens recebidas por Vanderlei após a conquista, inclusive na Europa,12 uma das mais tocantes aconteceu no Brasil, pouco dias depois de seu retorno. O jogador de vôlei de praia Emanuel, da dupla Ricardo e Emanuel, que conquistou a medalha de ouro da modalidade nos mesmos Jogos, ao se encontrar publicamente com o maratonista em um programa de televisão, retirou do pescoço e lhe deu sua própria medalha de ouro de presente. Vanderlei, com humildade, agradeceu o presente mas recusou emocionado, dizendo que "Não poderia ficar com a medalha do Emanuel. Estou feliz com a minha, que é de bronze mas vale ouro".

       Vanderlei continuou a correr após os Jogos de Atenas mas seu rendimento, já então com 35 anos, não foi mais o mesmo. Participou da maratona no Campeonato Mundial de Atletismo de 2005, em Helsinque, mas não conseguiu completar a prova. Em Amsterdã 2006 e Tóquio 2007, conseguiu ficar apenas entre os seis primeiros.14 O mesmo abandono do Mundial de 2005 ocorreu dois anos depois, quando disputou os Jogos Pan-americanos de 2007, no Rio de Janeiro, e abandonou a corrida com problemas musculares.15 Encerrou a carreira de maratonista após disputar a Maratona de Paris, em abril de 2009.
Vanderlei Cordeiro de Lima


Atletismo
Modalidade maratona
Nascimento 4 de julho de 1969 (45 anos)
Cruzeiro do Oeste, Brasil
Nacionalidade brasileiro
Medalhas
Jogos Olímpicos
Medalha Pierre de Coubertin Atenas 2004
Bronze Atenas 2004 maratona
Jogos Pan-Americanos
Ouro Santo Domingo 2003 maratona

Ouro Winnipeg 1999 maratona


5 - GIOMAR PEREIRA DA SILVA


O GLADIADOR!





               Giomar Pereira começou a correr aos 22 anos de idade. Destaque no circuito de corridas caixa e, pela forte chegada. Mais sobre esse baiano de Jacobina - Bahia a seguir:

Giomar Pereira da Silva começou a correr aos 22 anos de idade. Participando de algumas competição escolares. O baiano da cidade de Jacobina. Por muito tempo lider o ranking Caixa/ CBAt, participou de sua primeira prova, num percursso de 8 km,  ficando em 3º lugar e não parou mais. PALAVRAS DELE A SEGUIR:“Descobri que correr era mais fácil do que trabalhar”, brincou o atleta que, na época, ANTES DE CORRER; Se ssustentava descarregando caminhões de uma empresa.


    4 anos mais tarde em 2000, Giomar já enfrentava quenianos na Meia-maratona da Bahia vencendo-os. foi  classificado para o mundial de meia-maratona, realizado com a Meia do Rio em outubro.


                                     A SEGUIR - PALAVRAS DE GIOMAR:


1 - Por Minuto – Ao contrário dos outros atletas, você não começou a correr quando criança. Como foi esse início?

1 - Giomar Pereira da Silva – Comecei aos 22 anos. Teve um evento de 8 quilômetros e cheguei em terceiro no geral. Aí comecei a ver que tinha premiação e que era melhor do que trabalhar (risos). Fui treinar mais sério, mas no início tive que continuar no meu emprego, porque não tinha patrocínio.

2 - Por Minuto – Quais foram os hábitos que a vida de atleta impôs que você teve mais dificuldade em se adaptar?

                2 -  Sempre treinei muito bem, mas precisava tomar vitaminas para conseguir melhorar o desempenho, e elas são muito caras. Isso dificultou um pouco. Outra coisa que mudou muito é que antigamente eu comia de tudo: comida gordurosa, fritura. Hoje não posso mais. É uma disciplina muito sofrida de sustentar, principalmente quando eu vou para a casa da minha mãe (risos).

3 - Por Minuto – Qual foi o seu primeiro resultado expressivo?

    3 - Em 2000, fiz a Meia da Bahia, nunca tinha corrido ao lado de quenianos e nem sabia como era, mas consegui vencer com 1h06min. Fui considerado o azarão da prova, porque ninguém me conhecia.

 4 - Por Minuto – E como é correr ao lado dos quenianos?

4 - Giomar –Eles têm um sistema de correr sempre em grupo e sempre vão para uma prova para ganhar. Eles nem pensam nas outras colocações.

5 - Por Minuto – Como é o seu estilo de corrida?

5 - Giomar –Nunca corro na frente. Prefiro ficar no bloco e decidir no final, porque tenho uma chegada muito forte.

6 - Por Minuto – Em que momento você conseguiu um patrocínio?

6 - Giomar –Fiquei sabendo do Circuito Caixa e da visibilidade que esse evento poderia dar para eu conseguir um patrocínio. Vendi TV, geladeira, tudo para conseguir participar do circuito em 2006. Foi aí que consegui um patrocínio.

Por Minuto – Além de provas de 10 km e meias, você pretende focar seus treinamentos para a maratona?

7 - Giomar –Já entrei em maratona sem treinar e fui bem. Peguei o 5º lugar na Maratona do Rio e 6º em São Paulo. Mas é uma prova muito dura. Mesmo assim, pretendo treinar para a Maratona de São Paulo, porque estou com essa prova engasgada. JÁ Participei dela e quebrei no 36 km. Vou treinar só para ver se eu quebro de novo.

Por Minuto – Quais são seus próximos objetivos no esporte?

8 -   Giomar –Fui convocado para o mundial de meia-maratona, que será com a Meia do Rio, em outubro, mas tenho ainda o objetivo de participar de provas fora do Brasil, até mesmo uma grande maratona internacional.  Também vou correr a Volta da Pampulha e a São Silvestre.

CRÉDITOS - Por Odara Gallo - POR MINUTO 2









                http://www.all-athletics.com/pt/athlete/21803

                GIOMAR PEREIRA ATLETA EXEMPLAR!


                               ´´COMPANHEIRISMO``



4 - MARÍLSON DOS SANTOS


MARÍLSON GOMES DOS SANTOS








      Marilson Gomes dos Santos (Brasília, 6 de agosto de 1977) é um fundista brasileiro especializado em maratonas. Tem como destaque três vitórias na tradicional Corrida de São Silvestre e duas na Maratona de Nova York, em 2006 e 2008, sendo o primeiro sul-americano a vencê-la.

Menino que gostava de jogar futebol em Ceilândia, aos nove anos começou a correr para acompanhar o irmão.1 Começou realmente no atletismo aos 15 anos no SESI de São Paulo, vindo de Brasília sozinho para a capital paulista e de lá para Santo André, e desde criança sonhava em ganhar a Corrida de São Silvestre.2


Um dos atletas brasileiros mais medalhados em Jogos Pan-americanos, estreou em torneios internacionais de grande porte no Pan de Santo Domingo 2003, onde conquistou a prata nos 10.000 m e o bronze nos 5000 m, repetindo as mesmas medalhas nas mesmas distâncias na Rio 2007. Quatro anos depois, em Guadalajara 2011, ganhou a medalha de ouro nos 10.000 m.3


Sua primeira participação num torneio global foi no Campeonato Mundial de Atletismo de 2005, em Helsinque, onde ficou em 10º lugar na maratona.4 Participou de dois Jogos Olímpicos disputando a maratona: Pequim 2008 onde não completou a prova e Londres 2012 onde ficou na 5ª colocação, com o tempo de 2h11m10s.5


Treinando regularmente 220 km por semana, com corridas duas vezes ao dia em preparação para uma maratona,2 em abril de 2011, na Maratona de Londres, conseguiu a melhor marca de sua carreira nesta prova (2h06m34s), segunda melhor marca brasileira e sul-americana.6 Também foi Top 10 em duas edições do Campeonato mundial de Meia-maratona, em Udine, na Itália, em 2007, onde conseguiu seu melhor tempo para a prova – 59:33 – e no Rio de Janeiro em 2008.


Marílson, que é treinado desde a adolescência por Adauto Domingues, bicampeão pan-americano dos 3000 m c/ obstáculos em Indianápolis 1987 e Havana 1991,7 foi nomeado Maratonista do Ano na América do Sul de 2011 e 2012 pelo site especializado em atletismo all-athtletics.com.8 Também em 2012 foi eleito como Atleta do Ano pelo Comitê Olímpico Brasileiro. 3


É casado com a também atleta Juliana Santos, campeã pan-americana dos 1500 m na Rio 2007 e pai de um menino, Miguel.3


2003 - Corrida de São Silvestre

2005 - Corrida de São Silvestre
2006 - Maratona de Nova York
2008 - Maratona de Nova York, Meia Maratona do Rio de Janeiro
2010 - Corrida de São Silvestre

Detém o recorde brasileiro e sul-americano das seguindes provas:9


Distância Marca Local País Data

5.000 m
13:19.43
Kassel 8 de junho de 2006
10.000 m
27:28.12
Neerpelt 2 de junho de 2007
Meia Maratona
59:33
Udine 14 de outubro de 2007


Marílson Gomes dos Santos


Atletismo

Modalidade maratona, 10000 m
Nascimento 6 de agosto de 1977 (37 anos),
Brasília, Brasil
Nacionalidade brasileiro
Compleição Peso: 58 kg Altura: 1,74 m
Conquistas
Maratona de Nova York 2006 – 2008
Corrida de São Silvestre 2003 – 2005 – 2010
Medalhas
Jogos Pan-Americanos
Ouro Guadalajara 2011 10000 m
Prata Rio 2007 10000 m
Prata Santo Domingo 2003 10000 m
Bronze Rio 2007 5000 m
Bronze Santo Domingo 2003 5000 m
Universíada
Ouro Mallorca 1999 Meia maratona
Ouro Sicília 1997 Meia maratona

 ATLETA MARILSON DOS SANTOS CORRE 800 KM POR MÊS!!!

Por Redação, com ABr – do Rio de Janeiro:

Se o maratonista Marilson dos Santos, 38 anos, experimentasse repetir nas estradas do Nordeste seu treinamento diário, ele poderia começar o mês nas praias tranquilas de Aracaju, passar por Maceió, pelo Recife e por João Pessoa e terminar em Natal com folga, cerca de 780 quilômetros (km) e quatro semanas depois. Primeiro colocado noranking da Confederação Brasileira de Atletismo, o atleta de Brasília corre até 220 km por semana.


O maratonista Marilson dos Santos diz que corre 220 quilômetros por semana durante os treinos

São seis dias de treino e um dia de repouso, em que Marilson descansa fazendo o que sabe melhor: correndo mais. A folga de Marilson é composta de uma corrida “leve” de até 12 quilômetros. “Para a gente, o descanso é em um dia de segunda-feira. A gente chega a fazer 10, 12 km em um ritmo mais leve, bem mais à vontade”, conta. Esse trote “à vontade” é de cerca de 4 km/h, uma velocidade bem abaixo dos 22 km/h que ele chega a atingir nos treinos de tiro e trabalhos intervalados.

Nos dias de treino, Marilson costuma correr em dois períodos, em percursos que vão de 10 km a 35 km, no mesmo dia. Ao contrário do que leigos podem pensar, os treinos de um maratonista dificilmente incluem repetir os 42 quilômetros de uma maratona.


– Alguns treinadores acham melhor não, porque, quando você faz um treino de 35, 37 km, está ainda cansado de todos os treinos da semana, porque você não está descansando como faz antes de uma competição.


A véspera de uma maratona, no entanto, não é dia de ficar no sofá. “A gente corre todos os dias, até antes da maratona, só que em uma intensidade muito mais moderada, em uma intensidade leve, mais tranquila, mais regenerativa”. Essa intensidade moderada, explica ele, é a melhor forma de descansar o corpo para uma corrida.


– Pode parecer estranho para algumas pessoas que são amadoras, mas para o atleta de alto rendimento, essa corrida mais lenta e esse trote acabam recuperando mais do que cansando. Ele consegue ativar mais essa recuperação e chega com mais vontade de competir.


Esteira? Só 10 minutos


Em seu dia a dia de treinos, o maratonista conta que prefere a rua ou a pista de atletismo. A esteira, muito usada por atletas amadores, só é uma opção nos dias de chuva, para aquecimento antes de trabalhos musculares.


– Eu só faço na esteira pouca coisa. Uns 10, 15 minutos, para um pequeno aquecimento. Acho monótono. Prefiro correr na pista ou na rua.


Além disso, a esteira não é uma aliada dos atletas de alto rendimento na corrida por minimizar o esforço do corredor.


– A esteira não representa realmente a corrida. Na verdade, ela está te ajudando a fazer o movimento. Ela, mecanicamente, não é favorável à corrida, porque ela está te ajudando. Por isso, algumas pessoas acham mais fácil.


Dieta: 80% de carboidratos


Abastecer o corpo para suportar uma quilometragem tão alta requer uma dieta supercalórica. No prato de Marilson dos Santos, os carboidratos predominam, e ele conta que exageros, às vezes, são bem vindos.


– O gasto energético é muito alto, então, não faço restrições. A gente sabe de alguns alimentos que fazem mal antes de competir, como algumas frituras. A minha dieta é de 80%, 70% de carboidratos e o resto de proteínas. E, às vezes, a gente tem que exagerar mesmo.


Para se recuperar entre um treino e outro, pão, batata e macarrão costumam ser os alimentos mais consumidos, e em grandes quantidades. A proteína fica a cargo de bifes e filés de frango.


Estamos em vantagem’

Com outras duas olimpíadas no currículo, Marilson ainda não pode garantir que está nos jogos do Rio. Primeiro lugar no ranking com o tempo de 2 horas e 11 minutos obtido na maratona de Hamburgo, na Alemanha, ele precisa esperar até maio, quando a Confederação Brasileira de Atletismo vai fechar as três vagas da delegação.

O maratonista lembra que, em 2008, a ambientação foi difícil na Olimpíada de Pequim e acredita que, neste ano, com a sede no Rio de Janeiro, os brasileiros terão vantagem.


– Tive a oportunidade de ir para a China, e, mesmo indo dez dias antes, não foi o suficiente para aclimatar ao fuso e à alimentação. Com certeza, a gente vai levar vantagem sob alguns aspectos.


Posted By: CdBon: 17/03/2016In: Destaque do Dia, Esportes, Esportes Olímpicos, Olimpíadas 2016, Últimas NotíciasNo Comments Imprimir Email

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3 - HISTÓRIA - PAUL TERGAT

                      
                       Paul Kibii Tergat








     Paul Kibii Tergat (Kabarnet, Baringo (Rift Valley), 17 de Junho de 1969) é um corredor queniano de longa distância, várias vezes campeão mundial de cross-country e duas vezes medalha de prata nos 10.000 metros dos Jogos Olímpicos, além de ter sido o recordista mundial da maratona, com 2:04.55, de 2003 a 2007.

Antes de se tornar atleta, Tergat foi jogador de basquetebol. Começou a sua carreira de atleta em 1992, quando venceu o título de Campeão queniano de corta-mato. Contudo, falhou a presença nos Campeonatos Mundiais devido a uma lesão.

Paul Tergat foi casado com Monica durante treze anos e tem três filhos. Tornou-se Embaixador de Boa-vontade para o Programa Mundial da Alimentação das Nações Unidas em janeiro de 2004. Quando criança, a sua família era bastante pobre e, se não tivesse sido ajudado por aquele programa das Nações Unidas, ele nunca poderia ter feito os seus estudos..1 Tergat é também membro da Comissão de Atletas da IAAF.

Venceu, por cinco vezes consecutivas, entre 1995 e 1999, o título IAAF de Campeão Mundial de Cross-Country.

No Brasil, Tergat venceu por cinco vezes a Corrida de São Silvestre, tornando-se o recordista da prova em número de vitórias, além de possuir o melhor tempo para o percurso de 15 km pelas ruas de São Paulo, 43m12s.



Em Portugal, conseguiu a sua melhor marca de 10 km em estrada, com 27:45 obtidos em 26 de Março de 2006 em Lisboa e a sua melhor marca para a meia maratona é 59:06.

Prova Marca Local País Data Comentários

2000 m (pista) 4'57"40 Mónaco MON Mônaco 10 de agosto de 1996 durante a sua melhor prova de 3000m
3000 m (pista) 7'28"70 Mónaco MON Mônaco 10 de agosto de 1996
5000 m (pista) 12'49"87 Zurique Suíça 13 de agosto de 1997
10000 m (pista) 26'27"85 Bruxelas Bélgica 22 de agosto de 1997
10 km (estrada) 27'45" Lisboa Portugal 26 de março de 2006 acentuado pendor descendente
10 km (estrada) 27'51" Milão Itália 17 de abril de 1999
15 km (estrada) 42'04" Milão Itália 4 de abril de 1998 durante a Meia-Maratona de Milão
20 km (estrada) 56'18" Milão Itália 4 de abril de 1998 durante a Meia-Maratona de Milão
Meia maratona 56'18" Lisboa Portugal 26 de março de 2000 acentuado pendor descendente
Meia maratona 59'17" Milão Itália 4 de abril de 1998
25 km (estrada) 1h14'43" Berlim Alemanha 28 de setembro de 2003 durante a Maratona de Berlim
30 km (estrada) 1h29'00" Londres Reino Unido 14 de abril de 2002

Maratona 2h04'55" Berlim Alemanha 28 de setembro de 2003 Record mundial (na época)

Prova Marca Local País Data
23º Campeonato Mundial de Corta-Mato 34'05" Durham Reino Unido 25 de março de 1995
24º Campeonato Mundial de Corta-Mato 33'44" Stellenbosch África do Sul 23 de março de 1996
25º Campeonato Mundial de Corta-Mato 35'11" Turim Itália 23 de março de 1997
26º Campeonato Mundial de Corta-Mato 34'01" Marraquexe Marrocos 10 de agosto de 1998
27º Campeonato Mundial de Corta-Mato 38'28" Belfast Reino Unido 28 de março de 1999
Campeonato Mundial de Meia maratona 1h01'50" Palermo Itália 3 de outubro de 1999
Campeonato Mundial de Meia maratona 1h03'47" Veracruz México 12 de novembro de 2000
Maratona de Berlim 2h04'55" Berlim Alemanha 28 de setembro de 2003
Maratona de Nova Iorque 2h09'30" Nova Iorque Estados Unidos 6 de novembro de 2005

Maratona do Lago Biwa 2h10'22" Otsu Japão 1 de março de 2009

No dia 9 de dezembro de 2010, Paul Tergat sofreu um acidente de carro no Quênia, após sua Mercedes-Benz ter sido prensada entre dois caminhões. Contudo, o maratonista queniano sofreu apenas ferimentos leves. “Deus tem um propósito para mim e para cada um de nós, atribuo minha sobrevivência a isso", comentou o atleta.


Paul Tergat


Informações pessoais

Nome completo Paul Tergat
Modalidade Atletismo
Nascimento 17 de Junho de 1969 (45 anos)
Baringo
Nacionalidade queniano
Compleição Peso: 62 kg Altura: 1,82 m
Medalhas
Jogos Olímpicos
Prata Atlanta 1996 10000 m
Prata Sydney 2000 10000 m
Campeonatos Mundiais
Prata Atenas 1997 10000 m
Prata Sevilha 1999 10000 m
Bronze Gotemburgo 1995 10000 m

COUNTRY 
KENYA
DATE OF BIRTH
17 JUN 1969
PERSONAL BESTS PROGRESSION HONOURS
PERSONAL BEST - OUTDOOR
PERFORMANCE WIND PLACE DATE
1500 Metres 3:42.3 01 JAN 1996
One Mile 3:58.4 Monaco (Stade Louis II) 10 AUG 1996
2000 Metres 4:57.4 Monaco (Stade Louis II) 10 AUG 1996
3000 Metres 7:28.70 Monaco (Stade Louis II) 10 AUG 1996
5000 Metres 12:49.87 Zürich 13 AUG 1997
10,000 Metres 26:27.85 Bruxelles 22 AUG 1997
10 Kilometres 27:51 Milano 17 APR 1999
12 Kilometres 33:10 Catania 31 JAN 2001
15 Kilometres 42:04 Milano 04 APR 1998
20 Kilometres 56:18 Milano 04 APR 1998
Half Marathon 59:17 Milano 04 APR 1998
25 Kilometres 1:14:43 Berlin 28 SEP 2003
30 Kilometres 1:29:00 London 14 APR 2002
Marathon 2:04:55 Berlin 28 SEP 2003
8 Kilometres 22:22 Balmoral 24 APR 1999
5 Miles Road 22:27 Balmoral 24 APR 1999
Penta campeão Mundial de Corta - Mato
Penta Campeão da Corrida de São Silvestre, SP, Brasil

2 - Alguns RESULTADOS CORRIDA DE SÃO SILVEIRA.


39ª SÃO SILVEIRA
Patrocinio: PREFEITURA DE BARUERI Apoio:
 Data 14/12/2014
 Classif.: Relatório Geral Masculino 

Col Num Atleta Sx Id Fx.Et ColocFE SC Equipe Tempo TempoLiquido

1 38 JOSEPH TIOPHIL PANGA M 19 M1819 - E COQUINHO FILA/CAIXA 00:24:04 00:24:04

2 20 THIAGO DO ROSARIO ANDRÉ M 19 M1819 - bm&fbovespa   00:24:22 00:24:22

3 27 ROGERIO FERREIRA M 37 M2039 - E ASACORRE/AMERICANA/SP 00:24:42 00:24:37

4 1 WELINGTON BEZERRA DA SILVA M 26 M2039 - E GREMIO RECREATIVO BARUERI 00:24:49 00:24:44

5 233 EDSON TIBÚRCIO ALVES M 34 M2039 - ASACORRE/AMERICANA/SP 00:24:50 00:24:47

  6         24 VAGNER DA SILVA NORONHA M 30 M2039 1 E MPD ENGENHARIA -MIGUEL SARKIS 00:24:55 00:24:52 

7 371 IVANILDO DIAS DE SOUZA M 35 M2039 2 SÃO PAULO F.C KIATLETA 00:25:30 00:25:30

8 21 FABIO RAMOS DOS SANTOS M 29 M2039 3 E AFS / CAIEIRAS 00:25:32 00:25:28

9 898 FABIO NASCIMENTO M 35 M2039 4 CASAL NASCIMENTO 00:25:51 00:25:48

10 30 GLADSON ALBERTO SILVA BARBOZA M 35 M2039 5 E EC PINHEIRO 00:25:57 00:25:51

11 22 BRUNO PAULINO DOS SANTOS M 27 M2039 6 E AFS / CAIEIRAS 00:27:07 00:27:04

12 32 THIARLES CAÇANHA DOS SANTOS M 21 M2039 7 E EC PINHEIRO 00:27:10 00:27:06

13 61 ADRIANO PEREIRA DA SILA M 28 M2039 8 NÃO TEM 00:27:53 00:27:49

14º 33 MARLLON DE ALMEIDA CARNEIRO SANTOS 
M 28 M2039 9 GREMIO RECREATIVO BARUERI 00:28:09 00:28:04

15 1191 ANDERSON DANTAS FERREIRA M 17 M1617 1 SAUDE 00:28:17 00:28:17

16 532 MARCKSON CLAY SILVA DOS SANTOS M 29 M2039 10 NULO 00:28:37 00:28:27

17 431 JOSIVALDO DA COSTA SILVA M 39 M2039 11 A ESPORTIVA 00:28:39 00:28:33

18 23 JAILSON ARAUJO DOS ANJOS M 40 M4044 1 E AFS / CAIEIRAS 00:29:05 00:29:01

19 7 MARIO MATHEUS DE MELO M 18 M1819 1 GREMIO RECREATIVO BARUERI 00:29:06 00:29:03

20 764 WILTON DELMONDES DE SOUZA M 26 M2039 12 SEJEL-JPA-COTI-SP 00:29:06 00:29:00

21 841 DIEGO DA SILVA LOPES M 17 M1617 2 ATLETA DO BEM 00:29:38 00:29:38

22 806 LEANDRO SANTOS DE OLIVEIRA M 32 M2039 13 SPORT PERFOMANCE 00:29:42 00:29:33

23 878 ALMIR MENDES DE OLIVIERA M 37 M2039 14 MIZUNO/CAIXA 00:29:55 00:29:47

24 843 LUCAS DA SILVA CATANHEDE M 20 M2039 15 ATLETA DO BEM 00:29:56 00:29:43

25 845 ROMAILSON RIBEIRO DE SANTANA M 17 M1617 3 ATLETA DO BEM 00:30:02 00:29:48

26 418 JOSÉ EDUARDO PEDROSO M 33 M2039 16 EDUCA ASSESSORIA 00:30:16 00:30:08

27 286 FÁBIO DE SOUZA SILVA M 35 M2039 17 TREINE O RITMO 00:30:28 00:30:01

28 119 BARTOLOMEU ROMUALDO DA SILVA M 58 M5559 1 PQ DO CARMO 00:30:29 00:30:11

29 491 LUCIVANDO DE ARAUJO M 36 M2039 18 FACHINI 00:30:30 00:30:21

30 866 ELI MACENA DE LIMA M 54 M5054 1 ATLETA DO BEM 00:30:40 00:30:29


50 resultados geral masc. de 511.




                                          







PÓDIOS 2026

  1 - Gavião run 5 km  00horas 17´´00   Correndo mais 20 metros para fechar os 5 km   Gavião, Bahia 2026 - February, 01 00horas 16´´ 52    ...